(Source: meninatequila, via inutil-sem-voce)
(via pexinhoo)
É tipo, ver o primeiro mês do ultrassom, não entende nada, só sente o bagulho bom. (…) Incrível, como tudo muda num relance, há tempos não achava que o mundo merecia outra chance. (…)É a mão pequena que pega meu polegar (…) Choro 3 da matina (orvalho), vento na cortina, folha dança nos galho. Busca um chocalho na véspera do dia, época lilás, como décadas, tempos atrás.
E tudo de ruim que houver serão fases enquanto tiver no seu olhar, meu oásis. Música e mágica, abracadabra. Ansioso pelas primeiras palavras, favo de mel, pedaço do céu, meu bem de valia, sol que vem dizer bom dia.
Te boto no colo, consolo, enrolo num cobertor. Perto disso, o que é amor? Tudo é tão pequeno e vulgar. Ao ver teus braços abertos e a certeza de que esse é meu lugar.Ah, fia, eu nunca tinha chorado de alegria!
Emicida
(via a-cobrar)